sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

A cegueira em torno de Ronaldo

Alguém já ouviu falar de Madjer? (Não o bota de ouro do FC Porto, mas o jogador de futebol de praia). Parece (não que os órgãos de comunicação o tenham referido) que foi o melhor marcador do Mundo na sua modalidade, no mesmo dia e cerimónia de Cristiano Ronaldo. Porém, como não destrói Ferrari, não apresenta dezenas de namoradas nem anda metido em escândalos sexuais, não movimenta milhões em publicidade e nem sequer tem uma marca própria de roupa foleira, ninguém falou dele e nem sequer foi ao palco receber o prémio. Parabéns Madjer.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Estudo independente dos saldos da Zara


Ter uma afilhada que faz anos em Janeiro, logo depois do Natal tem destas coisas. Todos os anos penso que devia comprar antecipadamente a roupa que lhe ofereço sempre no aniversário (os brinquedos são no Natal). Todos os anos penso, mas todos os anos fica por cumprir. Mais uma vez, tive que me enfiar na Zara (e cada vez mais me assusta como isso pode dar prazer a alguém) a escolher roupa. A loucura dos saldos faz com que não haja nada e que, invariavelmente compre coisas da nova colecção. Isso não me chateia nada, desde que haja o tamanho certo, siga. Agora, o que me deixou ontem muito pensativo foi o facto de, nos montes de roupa em saldos, haver tudo para crianças-anãs entre os 2 e os 5 anos e depois só de gigantones de 12 para cima. Um qualquer fenómeno estranho se passa, porque as peças são exactamente iguais, mas há ali uma falha entre os 6 e os 11. O que me faz pensar que toda a gente desatou a fazer filhos entre 1998 (depois de noites loucas a ver o Aquamatrix na Expo) e 2003 (para os pais ficarem já despachados dessa tarefa para apoiar como deve ser a selecção no Euro 2004). Isso é realmente estranho. E faz-me também pensar que o decréscimo de natalidade, a avaliar por esse organismo independente que é a Zara, deu-se exactamente pela desilusão no Europeu de Futebol e também por já se ter uma vaga ideia que Sócrates podia ser primeiro-ministro. 

Um post sobre os sumos do VITAMINAS & COMPANHIA

Eu gosto de ir ao Vitaminas, mesmo tendo a ideia de que as saladas do Capri (Vasco da Gama) são melhores. Mas o que gosto mesmo é dos sumos naturais. São deliciosos. Ou melhor, às vezes. É que com muita frquência os empregados juntar demasiada água para fazer render. E em vez de saber a fruta pura sabe a melancia del cano ou maçã de Castelo de Bode...

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Vitaminas&Companhia is watching you!

Em todo este tempo que tive ausente algo de muito estranho se passou neste blog. Em Abril de 2006 (ainda mal tinha a carta de condução) escrevi um post mais ou menos inocente sobre a experiência de ir almoçar ao Vitaminas&Companhia. Estava longe de imaginar o que isto ia dar. Foi um dos posts que teve mais comentários e foi, sem dúvida, o que teve mais reacções de pessoas que não faço ideia quem são. A mim parece-me que isto deve ser um programa desenvolvido pela Vitaminas para responder e melhorar a imagem da marca. Se não acreditam, vejam este link e leiam os comentários.

http://ventoinha.blogspot.com/2006/04/vitaminas-companhia.html

Agora a seguir a isto vamos ver se há mais comentários ou se tenho que inventar um post sobre o McDonald´s, o Pizza Hut ou KFC.

Quem é o culpado?

Espicaçado pelo post do André, decidi fazer eu próprio uma pequena dissertação sobre a entrevista de José, o Sócrates à SIC:
- Os entrevistadores pareciam dois miúdos a tentar mostrar qual sabia mais e com um único objectivo: entalar Sócrates. Não o conseguiram por manifesta falta de engenho, sabedoria e também graças a muito nervosismo para justificar audiências
- José Sócrates, mais uma vez e à sua imagem, fugiu a todas as questões e nunca respondeu directamente a nada, passando apenas a mensagem que lhe convinha, mesmo que a pergunta não tivesse nada a ver com o assunto.

No final, toda a gente comenta, e de todos temos as declarações mais que óbvias e vazias, da oposição aos sindicatos, aos comentadores e até ao sr. Fernando do café. No fundo, ninguém percebeu nada porque não foi dito nada de novo, como tal lançam-se umas frases que cabem na entrevista como na produção de excremento de minhocas.

No meio de toda esta inércia de quem é a culpa?
É nossa que ainda perdemos tempo com entrevistas e também porque votamos neles.

Hino aos resistentes do Ventoinha

Foi a 23 de Julho que aqui publiquei o último post! Parece que foi ontem. Não parece nada, foi mesmo há 6 meses. Passou mais tempo do que o Santana como primeiro-ministro. É claro que isto não quer dizer que tenha passado muito tempo, mas o suficiente para ter afugentado todos os leitores que ainda perdiam tempo a vir aqui. Por isso decidi voltar e vamos ver se há alguém atento. Fico à espera de comentários para ver quem ainda passa por aqui. Este ano vou ser bem mais assíduo e começo com um post já a seguir.

Aproveito para desejar a todos um 2009 cheio de novas ideias!

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Será que cola?

Hoje acordei um bocado farto da minha casa e por isso vou passar a próxima noite acampado em frente à Câmara de Lisboa para o António Costa me dar um novo apartamento no Parque das Nações. Se quiserem, apareçam.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Agradecimento à vizinha louca do prédio

Depois do austríaco louco que sequestrou, violou e maltratou a filha e os filhos-netos durante 24 anos e da alemã que matou os seus filhos recém-nascidos e os congelou na arca frigorífica eu, aqui no meu prédio, só ponho as mãos no fogo pela louca da minha vizinha da frente, já que é a única família da qual jamais se ouviria, nas entrevistas pós-descoberta-de-horrores que eram "perfeitamente normais, boas pessoas e muito simpáticos" e que nunca ninguém desconfiou de nada. Ali à frente sei com o que posso contar. Os outros são quase todos boas pessoas, simpáticos e discretos... devo desconfiar?

Por falar em viagens...

E já que se falou de viagens nos comentários do post anterior, amanhã e quarta estarei em Ibiza (ou melhor a caminho e no regresso de Ibiza, onde ficarei menos tempo do que vou levar no trajecto). Até lá.

domingo, 4 de maio de 2008

De volta, pelo menos por um post

Isto é que vai aqui uma preguiça neste blog. Parece que o Natal já passou há algum tempo e não, não foi por as prendas serem fantásticas que deixei de ter tempo. Foi porque foram acontecendo muitas coisas, algumas prioridades, canalizei algum do tempo livre para o podcast (que também está parado há algum tempo). E não prometo que recomece a toda a força a escrever por aqui, mas vou tentar. E vamos ver se consigo picar os meus parteneres de blog para voltarem também à carga.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Novo anúncio do BES

"Se eu saísse do colchão não rendia"

Sheila, bumbum todo teu, peludinha, faz domicílios.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Site do podcast

Finalmente os episódios estão todos disponíveis para ouvir online e esta novidade traz a reboque um novo site (http://podcastventoinha.blogspot.com), inteiramente dedicado ao Podcast Ventoinha. Sugerimos que tenham alguma paciência para que os episódios carreguem quando fazem play. Caso esteja sempre a parar, carreguem play e depois pause até verem que está quase carregado e voltem a clicar play. Simples não é?

Quero muito ver esse novo site e quero ainda mais ouvir o 8º episódio. É que quero mesmo. Muito. Por isso vou clicar aqui.

domingo, 2 de dezembro de 2007

O que a música popular tem de melhor

Bom, a sugestão foi do Marco e eu abuso ao ponto de colocar aqui o link. Mas vale muito a pena ouvir. Uma pedrada no charco para quem diz que a música popular portuguesa não presta ou está em crise. Oiçam com atenção. Obrigado Marco.

http://www.youtube.com/watch?v=VCwRbw22n9k

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

8º episódio e JÁ SE PODE OUVIR ONLINE (sem download)

O oitavo episódio do Podcast Ventoinha está pronto e traz importantes novidades. Além de uma nova rubrica, todos os episódios (mesmo o primeiro, que é raríssimo) podem ser ouvidos online, aqui no blog, sem ser necessário qualquer download ou ter o iTunes ou bla bla bla. Basta clicar no episódio que querem ouvir. Portanto, para aqueles que nos diziam que não ouviam porque não sei o quê, ACABARAM-SE AS DESCULPAS.

Mas calma, os que subscreveram o Podcast através do iTunes podem e devem continuar a fazê-lo. Uma das vantagens é terem acesso às capas dos cd´s que estão a ouvir, bem como a divisão em capítulos para o caso de, por exemplo, serem fãs do André Sardet e quererem saltar essa parte. E, já agora, ouvem o episódio antes de toda a gente. É uma espécie de serviços de assinatura.

Oiçam o novo episódio e inundem a nossa caixa de comentários com as vossas opiniões. E, já agora, se quiserem subscrevam os episódios aqui:

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Post Apócrifo.

Livro do Empregado de Mesa
Capítulo 3, Versículo 34
:

«E tendo a corja pedido um jarro de sangria, ouviu-se em coro:
- E se Jesus quer ser cá da malta,
tem que beber esse copo até ao fim, até ao fim
e vai a cima e vai a baixo e vai ao centro
e bota a baixo e bota a baixo e bota a baixo
e bota a baixo(…)
É cá da malta!»

Livro do Empregado de Mesa
Capítulo 3, Versículo 35:

«Sendo Judas o mais certinho dos amigos d’O Filho do Homem [da Carpintaria] decidiu pois fazer-se ao caminho, pois tinha de estar em casa à meia-noite. Judas ficou conhecido como traidor por não ter estado durante todo o bota a baixo do Senhor.»

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

A todos aqueles que ficam calados e que não têm opinião (ou não querem ter).

Todos somos incentivados à acção. Desde pequenos que os professores nos puxavam pela língua, que o avô nos obrigava a cantar à frente da família inteira a cantiga ensaiada, que aquele que levanta o braço para falar é recompensado. O tipo expansivo, opinador e participativo é sempre visto com bons olhos, enquanto que o indivíduo com o comportamento contrário é menorizado (é inteligente como uma porta), ignorado (nem se dá por ele), resumido a mais um entre os outros.
Ora eu não podia discordar mais. E passo a explicar.
Os espaços de conversa abertos nas televisões durante as tardes estão bloqueados, entupidos com telespectadores que não se cansam de opinar. E opinam sobre os mais variados temas sem o mínimo conhecimento do que quer que seja. Entram no ar e não largam o seu tempo de antena, os seus 15 minutos, num chorrilho de opiniões emotivas e solavancos indignados. Não desgrudam o que acham ser seu por direito, tal como um bêbado num karaoke.
Este passa palavra, a diarreia verbal de todos aqueles que querem usufruir do seu direito à liberdade de expressão, e que o defendem com unhas e dentes, é absolutamente maçador e inútil.
E mais, há ainda os que inundam as caixas de opinião pública com emails ou os que gastam ainda mais (!) dinheiro em votações telefónicas com um desfecho óbvio.
A democracia tem destas coisas, dar voz a todos é abafar aqueles que realmente importa ouvir. Estes programas são como estar a ouvir atentamente uma conversa de balcão num café. É chato e uma perda de tempo. Eu tenho paciência mas não a pachorra para este tipo de fóruns de opinião que puxam sempre pela opinião fácil e emotiva: A menina que todos querem adoptar (ninguém pensa na criança?), as agressões do selecionador (foi sem intenção), o estado da economia portuguesa (isto está que é uma vergonha!). E depois os temas vão do mais disparatado ao mais específico que há numa profissão: Deviam os idosos ter mais atenção? Mas quem é que vota nisto? Concorda com o novo código penal? Sim, todos já o lemos em profundidade.
Este passa palavra aborrece-me de morte e não consigo mesmo compreender o exibicionismo em expor opiniões na televisão. Não é por estarem na televisão que deixam de ser meras opiniões. E eu pergunto para quê? porquê darmo-nos ao trabalho? E ainda por cima pagando. Muda alguma coisa? Não, pois não?
Eu indigno-me e remeto-me ao silêncio. Não quero ter opinião e mesmo que tivesse não a ia comunicar.
E diz o povo, aquele que realmente é sábio:
A palavra é de prata. O silêncio é de ouro.

segunda-feira, 30 de julho de 2007

A saída de Simão

Toda a gente fala da saída do Simão, mas ainda não ouvi ninguém falar da verdadeira razão. A Ventoinha, mais uma vez, revela em exclusivo o verdadeiro motivo. Por muito metrossexual que um jogador seja, ninguém aguenta jogar de cor-de-rosa...

Por isso, Simão foi para uma equipa inferior, mas que joga de vermelho!

terça-feira, 24 de julho de 2007

O retiro...

Pois, e preciso estar fora para escrever mais alguma coisa. No fundo, quero apenas dizer que estou num retiro porque o meu candidato a Camara de Lisboa nao foi eleito. Lamento muito porqueo Goncalo tinha muito para dar a cidade, mas nao o deixaram. Nem que fosse em humor, que tanta falta faz! Enfim... continuamos so com gente sisuda.

Pronto, ok, tambem fugi por causa da vergonha do Benfica jogar de cor-de-rosa...

Nota- peco desculpa mas neste pais de que vos escrevo eles nao sao muito amigos de acentos...

sábado, 14 de julho de 2007

Reflexão do dia

Esta 6ª feira à noite seguimos a caravana do PPM, ou as 3 viaturas que a compunham, até ao Marquês de Pombal. Perdidos de riso com as acções de campanha de Gonçalo da Câmara Pereira (a entrega de 100 rolos de papel higiénico na CML para que limpassem a porcaria que fizeram) parámos lado a lado de um dos carros. Ao espreitarmos, à laia de cusco que quer saber que tipo de pessoa faz campanha pelo PPM... não é que, pasme-se!, demos com o Gonçalo da Câmara Pereira de caras! E enquando o semáforo não abriu, o candidato seduziu-nos com piropos políticos e ainda nos estendeu um panfleto.

De todos os candidatos, e como nem todos podem chegar à coroação dos 3 primeiros lugares, o Gonçalo da Camara Pereira ganha o prémio de consolação de Mister Simpatia.

"O Zé não faz falta a Lisboa"...

Contratação em tempo de crise

Faz todo o sentido. Tal como no futebol, quando as coisas estão a correr mal (neste caso, por causa da nossa ausência), contrata-se um futebolista sonante para tentar desviar a atenção dos problemas. Assim sendo, é com todo o prazer que apresentamos, nesta conferência de imprensa, iMAGO (fica a dúvida se é um ele, uma ela ou um híbrido). É a(o) nossa(o) nova(o) ponta-de-lança que está aqui para nos brindar, entre outras coisas, com coisas totalmente inúteis. Finalmente, temos um(a) especialista na nossa equipa. E finalmente também consegui trazê-la(o) para o Ventoinha. Vão ficar surpreendidos e bem humorados com os seus posts, mesmo quando iMAGO jura a pés juntos que não tem jeito para escrever. Estamos cá para te ler.

terça-feira, 10 de julho de 2007

A frase da campanha

Do debate de ontem com os 1512 candidatos à Câmara de Lisboa retive a seguinte ideia de Nuno da Câmara Pereira que espelha toda a campanha:

"Eu não concordo com o coiso"

quinta-feira, 28 de junho de 2007

4+2=6º episódio

Os mais atentos (os dois autores do podcast) já repararam. O sexto episódio do Podcast Ventoinha já está online depois de umas férias. Voltámos cheios de ideias que prometemos ir colocando em prática ao longo dos próximos episódios.

Esta semana temos mais ouvintes que se juntaram a este pequeno grupo. Obrigado Joana, Renata e Ana Mateus por nos ouvirem e por nos fazerem chegar as vossas críticas.

Para quem quiser ouvir o episódio online basta seguir este link (como sempre). Para os utilizadores do iTunes basta clicar no botão subscribe no fim deste post.

Voltamos a pedir as vossas críticas e sugestões para maisventoinha@gmail.com

segunda-feira, 21 de maio de 2007

O 5º episódio do podcast está pronto. Pedimos desculpa

Depois de uma semana de pausa, estamos de volta. O 5º episódio já está disponível para os corajosos ouvintes que teimam em ouvir-nos. A vocês obrigado e, esta semana, temos que agradecer ao Caldas por se ter juntado à Ventoinha. Para quem ainda não conhece não podemos garantir que perde muita coisa... o melhor é ouvir. Para quem não tem iTunes pode seguir este link para ouvir online. Para os utilizadores do iTunes é só subscrever neste botão aqui em baixo.

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Se não é do cu há-de ser das calças

Com certo optimismo (que muitas vezes tempero com sarcasmo q.b.), Maddy é encontrada pelas nossas polícias. Como manda o final feliz: é encontrad@ o raptor(a), ou a companhia de viagens que vendeu um bilhete de avião a uma miúda de 3 anos… Mas sim, imaginemos que é um raptor(a). A probabilidade do desaparecimento do processo instaurado a essa hipotética personagem, numa sala qualquer de um qualquer tribunal, é tão ou mais elevada que a probabilidade de se ir jantar fora, deixando os petizes ao cuidado das paredes da casa, e voltar para ver apenas o espaço onde deixámos a nossa filha mais velha. Tenho dito.

terça-feira, 15 de maio de 2007

Pouca cultura de séries

É impressão minha ou a Polícia Judiciária portuguesa não anda a ver muito o CSI? Há factos na investigação do caso Maddy que qualquer fã da série já tinha percebido há uns bons 8 dias. Ao menos que pedissem à SIC cópias do Rex, o Cão Polícia ou, se não percebem estrangeiro, que venha o Max, que também é bom!

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Hoje ao almoço

Hoje ao almoço, diálogo entre utente (termo propositado para dar um toque social à coisa) e funcionária do catering do refeitório de uma empresa sediada em Sintra.
Utente: Boa tarde dona funcionária, então diz que não há água hoje...
Funcionária: Pois não, menino.
Utente: Nem podemos lavar as mãos quando vamos fazer um xixizinho.
Funcionária: Pois é...
Utente: Pode ser croquetes de carne com puré.
Funcionária: Quer salada, querido?
Utente: Quero! Mas se não há água como é que lavou a salada?
Funcionária: (silêncio)

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Nova lei anti tabaco discrimina etnia cigana.

Na sequência da aprovação da nova lei anti tabaco, Manéli (para além do cliché: conforme dito, assim escrito!), patriarca da família Cinco Dedos, orquestrou o maior protesto zíngaro jamais visto em terras portuguesas: «A nova lei, que visa proibir o fumo em locais com menos de 100 m2, afecta directamente os que cheiram a fumo», foi desta forma que Manéli se fez ouvir, falando ao Ventoinha. Ao que apurámos, pois gostamos de apurar porque apurar é bom, vai também ser proibido fumar ao pé de fogueiras e, espanto!: quem tiver um cigano não vai poder andar à vontade em locais públicos. Esta última parte da notícia já faz parte de um comunicado do PNR. Quando entrevistado pelo Ventoinha, José Sócrates afirmou que o Noddy é um bonequinho e que se revê nele.

Pensamento Ventoinha que indicia alguma ingenuidade ao mesmo tempo que teme por ser um bocadinho xenófobo

Fila indiana é a fila do autocarro 60, no Martim Moniz.