segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Um escape

Estou a precisar urgentemente de arranjar algo para fazer extra-trabalho para limpar a cabeça. Voltar aqui ao blogue é uma das hipóteses. Alguma sugestão?

Hasta luego Puerto Rico

Puerto Rico foi uma experiência bem diferente e inesquecível. Foi pouco o tempo mas permitiu beber um pouco de outra cultura e de ficar com vontade de voltar. Até um dia Puerto Rico... 


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Stépanhie Silva

Cavaco Silva tem andado muito calado nos últimos dias. Espero que a Stéphanie não tenha causado estragos na marquise da Travessa do Possolo.

Amantes e políticos

Estas polémicas das amantes dos políticos já vêm de longe. Veja-se o Passos Coelho quando assumiu a sua relação com o Portas. 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Conferência TVI

A pergunta que dá o mote à conferência da TVI é: "como vai ser o jornalismo nos próximos 20 anos?". O mais correto seria perguntar: "vai haver jornalismo nos próximos 20 anos?" .

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O triunfo da emoção

O que é que explica que um campo pequeno cheio delire com musicas em islandês? É a prova de que quando nos deixamos levar pelas emoções pouco mais importa. E soa tudo tão bem como deve soar o fado aos russos ou japoneses. E que belas emoções trouxeram novamente os Sigur Ros a Portugal. E até ja sei dizer uma palavra: takk.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Cultura de WC

Há muito tempo que não ia a uma casa de banho tão bem decorada e com tanta cultura nas paredes. Foi no restaurante Q Tomas, em Valência.

E se de repente...

... Este blog voltasse a ter actividade. Será que ainda alguém resiste a tamanha ausência?

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Vogais contra Organização Mundial de Saúde

As vogais portuguesas manifestaram-se hoje à porta da Organização Mundial de Saúde, numa luta contra o nome escolhido por esta organização para a Gripe A. “Estamos fartos que atentem contra a nossa dignidade e personalidade”, acusa um vogal da Associação Técnico-Profissional das Letras Vogais (ATPLV). Em questão está a fonética do nome: Toda a gente fala da 'Gripá' e não da Gripe A, o que tem causado um grande desconforto na comunidade vogal, em especial as facções ligadas ao 'e'.
“A questão é que quando as pessoas estão a dizer 'Gripá' estão a esquecer-se que nós, os 'e' estamos a ser injustamente engolidos. Entre o 'p' e o 'a' está um 'e', apesar de as pessoas nunca dizerem”, refere Edmundo Enes. Apesar de este problema afectar directamente apenas o “e”, todas as vogais se juntaram em protesto, numa atitude solidária. Como tem acontecido há várias décadas, as consoantes demarcaram-se deste protesto com um lacónico “esta não é uma luta nossa”.
Quem se insurgiu veementemente contra a manifestação foi a Associação Portuguesa de Calão, uma vez que defendem a continuidade da verbalização da expressão “Gripá”. “A palavra 'pá' é uma das mais usadas no nosso léxico e, uma vez que é nossa associada, vemo-nos na obrigação moral de a defender”, explica Tózé. Assim, defende ainda que se faça uma pausa quando se fala desta estirpe da Gripe. “O ideal era que se dissesse gri... pá”, sugere.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Obrigado a todos

Obrigado pelas sms, pelos postais, pelos mails, pelas mensagens, pela companhia. Obrigado à Inês que é sempre a primeira. Obrigado à Joana e ao Zé, que me proporcionaram 3 dias fantásticos. Obrigado à Mariana, às gémeas que estão com pressa de sair e à Oliveira e ao Zé, pais recentes que me mandaram uma foto linda do Rodrigo, que já está um homem. Obrigado ao Ricardo que, coitado, está a trabalhar, ainda por cima para o Estado. Obrigado à Lila que me mandou um beijinho de Amesterdão. Obrigado à Mónica, ao Luís e à CP, que nunca se esquece do meu aniversário. Também a Galp e à Vodafone, que não se esqueceram de mim. Obrigado ao Coelho Focault que me mandou uns chapéus bem catitas, à xô dona Salavisa, que gostei de ver à pouco tempo, na sapataria da Pipoca. Obrigado à Cláudia e à Pestinha, sempre em grande. Obrigado à Andreia, que umas vezes acerta no gosto musical, outras não :P


Obrigado à Vera que já sabe o horário do autocarro para Setúbal e à Manheca que, infelizmente não vejo há muito tempo. Obrigado à Maarrriiiiiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa e à Pipoca, que para mim será sempre a coleguinha. Obrigado à Andreia Arenga, mais uma 'vizinha' da Margem Sul. Ao Caldas, o grande Caldas. Ao Rui Reis que ainda me vai transformar num tenor. Obrigado à Cátia que, com a melhor das intenções, me ligou um dia antes. Auto emoción. Obrigado à Lígia, amiga inseparável do Indesign e também à Sofia, que ainda antes de eu nascer já era Suzete. Obrigado à Terê que me ligou do Algarve, onde ainda não apanhou Gripe A e tem trabalhado imenso... para o bronze. Obrigado à Marta, que teve um problema logístico e não pode ir jantar. Obrigado à Filipa, que me mandou uma foto de Amesterdão, onde voltava já amanhã. Obrigado ao Cardoso - um dia destes ainda havemos de fazer negocio. Obrigado Guida, mesmo longe estas sempre aqui no quinto andar, muito perto!


Obrigado à família. à oficial e à emprestada. Ao Luís Miguel, que tem o aniversário de um bar no mesmo dia dos meus anos. Muito obrigado à Rita, por tudo, e porque me atura (não pensem que é fácil) e é um óptimo público. Obrigado à Sónia que gosta de ouvir e à Lígia que gosta de falar. Obrigado ao Bruno Cardoso e ao Guedes, que vão comer carninha grelhada ao jantar. Obrigado à Kátia que continua a ser sempre a mamã e ao Samu que me faz inveja com a viagem espectacular que fez. Obrigado ao meu porta-chaves preferido que é pequenina por fora mas gigante por dentro. Obrigado à Lara que me mandou um postal electrónico a partir de Barcelona. Obrigado ao Citibank por não me ter ligado hoje a oferecer cartões de crédito. Obrigado por ninguém me ter falado de trabalho. Obrigado ao Jorge Pinho pelo abraço. Obrigado à Leonor Silva, que me enviou mais uns parabéns internacionais. Obrigado ao Flávio Romeo e à Mafalda, que estão viciados em ir de férias para ilhas.


Obrigado ao Teixeira, pelos parabéns e fico à espera da prenda prometida no facebook (qualquer um serve). Obrigado ao Titero que finalmente consigo tê-lo num jantar. Obrigado à maninha, sempre em altas. Obrigado ao J, que não falha a tradição de mandar SMS de traz para a frente. Obrigado À Rita Pereira pelo beijinho e à Raquel Ponte, uma pessoa sempre com muito boa onda. Obrigado à Márcia, que é Gigante e que devia ser Giganti pelo paixão italiana. Obrigado ao Batista, que um dia anda há-de ser do Benfica. Obrigado ao Fidel Castro, que faz anos no mesmo dia que eu, apesar de se esquecer sempre de me dar os parabéns.


Obrigado a quem me aturou ao jantar e depois do jantar. E obrigado ao Facebook que lembrou a 80% das pessoas que fazia anos hoje. Obrigado também por me avisar quando todas essas pessoas fazem anos também. Obrigado a todos. Obrigado aos que não se lembraram porque eu também sou péssimo para datas de aniversário e aos que se vão lembrar depois da data. Obrigado ao Euromilhões pelo prémio e obrigado a todos pelas prendas. Obrigado também a quem eu me tenha esquecido de mencionar o facto de não levar a mal.

sábado, 18 de julho de 2009

domingo, 22 de março de 2009

Camarada Mesquita

Entrei n´A Capital no Verão de 2003. E foi lá que conheci o Mesquita. Um jornalista à antiga, cheio de princípios e com uma experiência que hoje se valoriza pouco, a não ser num plano meramente teórico. Lembro-me de ser um simples recém-licenciado e sentir-me tão pequeno quando falava com pessoas como o Mesquita. Fui ganhando confiança e a abertura dele sempre foi muita. Gostava de ensinar. E tinha tanto para ensinar. Percebi isso um pouco mais tarde, quando se tornou meu editor, ainda que por pouco tempo. Durante cerca de um mês, tive como editores os dois jornalistas mais experientes (e com que mais aprendi) com que me cruzei (Torcato Sepúlveda e João Mesquita). Infelizmente já nenhum deles está, fisicamente, entre nós. Não me hei-de esquecer dos fechos de edição com o Mesquita, em que o seu rigor fazia com que discutíssemos praticamente um texto vírgula a vírgula. Aprendi muito e, para toda a vida, aprendi a não ter medo de defender as minhas ideias e defender os meus pontos de vista. O Mesquita dava muita luta. Mais tarde, depois da sua saída d´A Capital tornou-se amigo. Amigo das jantaradas da Grande Lisboa, que ainda hoje sobrevivem ao fecho do jornal. E por mais que tentasse, nunca consegui aguentar mais do que ele. A pergunta do Mesquita depois de um jantar era sempre: "Onde é que vamos tomar o pequeno-almoço, camarada?". Acompanhei (acompanhámos, os da Grande Lisboa) a sua doença, os seus momentos baixos, mas também a sua vontade de estar sempre com os amigos. Estava na calha um novo jantar. Mais do que nunca terá que acontecer, em sua homenagem. Obrigado Mesquita.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Regionalização? Só na Casa da Música

Uma bomba, é o que me apetece colocar à porta da Casa da Música, no Porto. Ora aquelas alminhas regionalistas (não falo no geral, só em particular) decidiram que o concerto de PJ Harvey seria quase só para o quintal deles. Então o que fizeram? Vender bilhetes só na Casa da Música e nas quatro Fnacs do Norte do País. Depois, para disfarçar, colocaram também os bilhetes à venda no site, mediante um registo e mais boqueios e servidor em baixo. Os bilhetes esgotaram, segundo notícias divulgadas, em 22 minutos. Eu gostava de propor aos responsáveis do Coliseu de Lisboa, da Aula Magna ou do Pavilhão Atlântico para, a partir de agora, colocarem bilhetes à venda apenas no local e nas Fnacs da região de Lisboa. Assim, não há misturas com esta malta cá de baixo, para fazer a vontade aos senhores da Casa da Música. Parece que a regionalização já começou, mas apenas na Casa da Música. Um grande bem-haja.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Os rodapés

Os rodapés dos telejornais afirmaram-se, aos poucos, tornando-se mais (e melhor) informativos, mais interessantes e acutilantes. Deixaram de ser um simples sumário dos noticiários, mas passaram a dar pequenas notícias que, por critérios editoriais, não teriam espaço no jornal, mas que são interessantes para muita gente, mesmo que minorias. Hoje em dia, é normal que passem notícias mais interessantes nos rodapés do que no espaço principal de um telejornal. E o que as torna interessantes, além dos temas, é a capacidade de síntese, que retira por completo a palha ou os comentários que, muitas vezes, não fazem sentido, as imagens de arquivo ou o tempo excessivo a uma notícia que se dá em poucos caracteres. Isto tudo para dizer que, cada vez mais, os rodapés das televisões são o twitter de cada espaço noticioso. Interessante.

Os padres

Eu percebo os padres. É uma represália. Contam-se pelos dedos da mão de um maneta quantos homossexuais vão à missa.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Igualdade de direitos para quem acorda tarde ao fim-de-semana

A questão é aparentemente simples. Está muito na moda o brunch. Normalmente ao fim-de-semana, dizem os adeptos, é a melhor forma de não ter trabalho e ter uma desculpa para comer mais tarde. Assim, junta-se o pequeno-almoço com o almoço num repasto calmo, lento e saboroso. Nada contra. O problema coloca-se quando, imbuídos mais ou menos do mesmo espírito, apenas com a diferença de acordar bem mais tarde ("quando tiveres filhos isso acaba" e bla bla bla), queremos comer. Tão simples como isso. Ora, acordando por volta das 13h30, tomar banho e vestir (tudo com muita calma já que é fim-de-semana) faz com que a hora a que queremos ir comer fora seja tarde de mais. Como é que se explica ao dono de um restaurante que queremos juntar o almoço com o lanche por volta das 15h30/16 horas? Ou batemos com o nariz na porta ou então "ah a cozinha está fechada, agora só reabrimos às 19". Ficamos sem alternativas, se excluirmos os centros comerciais. No fundo o que eu peço é igualdade de direitos. Se há uma mentalidade bem mais aberta para quem aposta no brunch, porque somos discriminados por dormir muito. Também queremos comer.

Já agora agradeço se alguém me conseguir arranjar o nome técnico para um almoço alancharado (e preguiça não é uma resposta válida).

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Sim, estou no twitter mas não sei se é bom ou mau

Através do André, descobri o Twitter. Ainda estou na dúvida se é giro ou estúpido. Isto porque é engraçado podermos acompanhar os desabafos diários de quem queremos, e fazer comentários de forma muito mais imediata do que no blogger e menos intrusiva do que no Messenger. Por outro lado, o que raio interessa o que cada um está a fazer a cada momento? Hei-de voltar ao tema mais para a frente, quando conseguir ter uma opinião mais sólida. Porém, tem uma coisa que gosto muito, dá para fazer playlists e partilhar música com os amigos. Isso é giro. Se quiserem visitem em