quinta-feira, 26 de abril de 2007
quarta-feira, 18 de abril de 2007
terça-feira, 17 de abril de 2007
segunda-feira, 16 de abril de 2007
Episódio #2 está no ar
Há pelo menos três pessoas que acharam que foi um sucesso (pronto, foi engraçado, ok, não foi mauzito). Mas mesmo que ninguém tivesse gostado nós seguiríamos com o segundo episódio. E até já está pronto e acessível. Para quem subscreveu no iTunes é só abrir o programa que ele faz tudo sozinho (muito espertinho). Para quem não subscreveu pode fazê-lo através do botão que vai ficar no fim deste post. Quem não tiver iTunes faça o download (tou a brincar). É sempre possível ouvir online através deste link (que se encontra também aqui na barra da direita).
Ipsis verbis (obrigado Cid)
O Cid nunca me enganou e verbalizou, numa entrevista à Vip, o que eu penso mas nunca tinha tido coragem de dizer. "Aparecem revelações na música que são autênticos 'cagalhões' perfumados com marketing". Toma lá André Sardet.
sábado, 14 de abril de 2007
Excentricidades, mentiras e astrologia
Mais uma semana que passou e nada no Euromilhões. Está mais do que provado que a astrologia é uma treta. A Maya já alguma vez ganhou o Euromilhões? Não. O sr. do Óraculo de Belini já? Não. Até o Prof. Bambo com as suas amarrações e voodoo, já ganhou? Não. Então calem-se.
quinta-feira, 12 de abril de 2007
Serei o único?
Não costumo ver a telenovela, mas eu não percebo nada do que a mongoloide diz (não estou a falar da Floribella).
Entrevista exclusiva Ventoinha
Maria Flor Pedroso: Mas o sr. Primeiro-ministro é engenheiro ou não?
José Sócrates: Sou.
MFP: E quantas cadeiras fez?
JS: Muitas.
MFP: Mas algumas foram muito facilitadas...
JS: Esse argumento cai já pela base porque a MFP não estava lá.
MFP: Mas o sr. Primeiro-ministro copiava nos exames.
JS: Não lhe admito que diga isso.
MFP: Além disso, fez-se amigo do nerd da turma só para ele o ajudar nos exames. Depois dizia mal dele nas costas e seduziu o amor da vida dele por pura maldade.
JS: ...
MFP: E os trabalhos de grupo o sr. Primeiro-ministro só os assinava, nunca soube sequer os temas.
JS: Isso é uma calú...
MFP: E pagava donuts ao nerd para que ele ficasse contente, porque ninguém lhe ligava nenhuma
JS: O quêee???
MFP: Além disso em pelo menos 49 das 50 cadeiras que fez sentou-se ao lado dele e foi ele (o nerd) que lhe fez o exame, sempre apontando para ter 14, para depois dizer que acabou com uma média boa.
JS: Mas como é que a MFP sabe isso tudo?
MFP: PORQUE O NERD ERA EU!
(silêncio)
José Sócrates: Sou.
MFP: E quantas cadeiras fez?
JS: Muitas.
MFP: Mas algumas foram muito facilitadas...
JS: Esse argumento cai já pela base porque a MFP não estava lá.
MFP: Mas o sr. Primeiro-ministro copiava nos exames.
JS: Não lhe admito que diga isso.
MFP: Além disso, fez-se amigo do nerd da turma só para ele o ajudar nos exames. Depois dizia mal dele nas costas e seduziu o amor da vida dele por pura maldade.
JS: ...
MFP: E os trabalhos de grupo o sr. Primeiro-ministro só os assinava, nunca soube sequer os temas.
JS: Isso é uma calú...
MFP: E pagava donuts ao nerd para que ele ficasse contente, porque ninguém lhe ligava nenhuma
JS: O quêee???
MFP: Além disso em pelo menos 49 das 50 cadeiras que fez sentou-se ao lado dele e foi ele (o nerd) que lhe fez o exame, sempre apontando para ter 14, para depois dizer que acabou com uma média boa.
JS: Mas como é que a MFP sabe isso tudo?
MFP: PORQUE O NERD ERA EU!
(silêncio)
Medo, muito medo
Numa altura em que se fala tanto em alterações climáticas e no degelo, pergunto por que não há aí um tsunami ou marés vivas na Baía de Cascais a ver se levavam de vez os Delfins. Já é mau saber que eles lançaram um novo álbum, mas completamente aterrador é o facto de pensar que já são CINCO! E tenho cá uma desconfiança de que a Rádio Comercial também o vai levar ao colo, tal como outros (André Sardet)...
quarta-feira, 11 de abril de 2007
E dura, e dura, e dura...
David Beckham ofereceu à esposa Victoria um vibrador de platina com diamantes no valor de 2 milhões de euros. É, provavelmente, o orgasmo mais caro da história...
segunda-feira, 9 de abril de 2007
Crítica televisiva
Gostava de falar dos Globos de Ouro, esses Óscares à Zé do Pipo. Por momentos assustei-me (muito, pronto um bocadinho, ok... caguei) com o facto do Herman José não estar nomeado para nenhum dos prémios. Logo ele que, nestes longos e fastidiosos anos de Globos de Ouro, ganhou sempre um (pelo menos). Eis senão quando, numa situação de recurso, lá lhe entregaram a estatueta para premiar uma carreira dedicada ao humor. Curiosa a relação. O Herman ganha este globo numa altura em que já ninguém (mesmo!) tem paciência para o ouvir e para ver o Hora H. Portanto, não teve qualidade para ser nomeado pelo programa, toca de agraciar a carreira, sem que o tenham feito quando ele, de facto, merecia. Um globo sofrível para uma carreira que só apetece ver na RTP Memória. Só terá algum efeito se ele perceber que, agora que já tem um prémio de carreira, pode finalmente retirar-se.
Podcast Ventoinha
Experiência, som, som.... está pronto o primeiro episódio do podcast Ventoinha. Uma versão sem extras, ainda muito amadora e pesada. Tenham paciência! Prometemos melhorar... Opiniões precisam-se! Para ouvir online usar este link, mas aconselho-vos a subscrever o podcast, para actualizações automáticas dos próximos episódios e para ouvir no iTunes.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
Notícia Ventoinha: Serviço Nacional de Saúde quer GNR vacinada
Na sequência dos acontecimentos de Valença, onde um GNR mordeu, literalmente, um popular que se manifestava, o Serviço Nacional de Saúde tomou medidas. De acordo com comunicado enviado ao relações públicas do Ventoinha, todos os GNR no activo terão de ser vacinados contra a raiva. Esta medida, que visa evitar a uma epidemia descontrolada – bem como algumas doenças de génese hepática, não estivéssemos nós a falar de contágios por GNR –, teve reacção imediata por parte de Tino de Rans, reacção essa que não se percebeu devido o sotaque atabalhoado do calceteiro político.
Com a aplicação desta medida, já será possível a um agente da GNR aplicar as medidas de coação em que é especializado sem qualquer risco de contágio. No espaço de três anos, é a terceira reforma feita na Guarda Nacional Republicana, depois de terem sido proibidos os calduços e o espetar os dedos nos olhos. O ministro da administração interna, António Costa, admitiu que, caso a vacinação não se revele como a medida adequada, a dentada também deixará de ser contemplada como medida de coacção e será punida, talvez com a expulsão da GNR e o ingresso numa equipe de matrecos.
Com a aplicação desta medida, já será possível a um agente da GNR aplicar as medidas de coação em que é especializado sem qualquer risco de contágio. No espaço de três anos, é a terceira reforma feita na Guarda Nacional Republicana, depois de terem sido proibidos os calduços e o espetar os dedos nos olhos. O ministro da administração interna, António Costa, admitiu que, caso a vacinação não se revele como a medida adequada, a dentada também deixará de ser contemplada como medida de coacção e será punida, talvez com a expulsão da GNR e o ingresso numa equipe de matrecos.
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
Pergunta corajosa
Porque é que os mínimos e médios dos carros, assim como os stop's, se fundem muito mais do que qualquer um dos piscas?
sábado, 17 de fevereiro de 2007
Princípio da incerteza/dúvida razoável do Conde de Redondo.
Se o teu espírito te levar a práticas menos prezadas, a certas zonas de certas cidades do mundo: duvida de toda a mulher que afirme várias vezes que é de facto mulher com a voz mais grossa que a do teu pai, que no alto do seu metro e oitenta e das suas costas musculadas tenha a pele cinzenta-esverdeada nas zonas do queixo e maxilar - se este último for muito largo pior -, que tenha músculos mais rijos que os teus, cabelo tipo liça, e que responda por qualquer nome estrangeirado (Jessica, Wanda, Sophia, Rebecca, Katya, entre outros).
Lembra-te sempre que essa mulher pode de facto chamar-se Roberto e ser ao mesmo tempo o seu próprio chulo e segurança.
Lembra-te sempre que essa mulher pode de facto chamar-se Roberto e ser ao mesmo tempo o seu próprio chulo e segurança.
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
Post em que o autor se aproveita inadvertidamente de um inocente anúncio de televisão para fazer humor negro
(peço ao leitor que enquanto estiver a ler este texto faça um esforço para imaginar aqueles spots publicitários em que eles fazem entrevistas a donas de casa e elas comprovam a qualidade do produto)
No dia em que matei a minha mãe, porque (risos) ela não tinha metido um bolinho e um leite na minha mochila – lembro-me como se fosse hoje – senti um descanso fora do comum. Ela sabia que eu comia, e como, um bolinho a meio da manhã, e que bebo o meu leitinho sem deixar pingar. E ela punha sempre um miminho na marmita – até àquele dia (risos). Ah, verdade! Nesse dia também matei o meu pai (sorrisos). Foi tão engraçada a forma como ele se debateu: é que eu estava a experimentar a nova faca eléctrica da minha mãe e ele mandou-me para a cama e eu não gostei (risos). À minha mãe pus-lhe uns ratinhos a roerem-lhe as orelhinhas. E o sangue espirrava (sorrisos). Depois – nunca mais me esqueço – ela disse que eu tinha a camisola toda suja e eu respondi: “Pois, eu sei, é sangue do papá e do senhor do gás, aquele que estava dentro do teu roupeiro.” (risos) O senhor do gás, que engraçado (risos) não ofereceu resistência nenhuma, e eu enfiei-lhe a bicha do gás da companhia no buraquinho do cocó. (risos) É claro que fiquei todo sujo, como devem calcular: mas como disse no início da entrevista… havia algo que me descansava, e só depois percebi o que era. Por que motivo estava eu preocupado com o sujar a roupa se é tão bom sujarmo-nos? (gargalhadas)
Skip: é bom sujar-se!
Só não percebo o homem do gás: nós tínhamos gás da companhia e ele ia lá de três em três dias para entregar uma bilha nova. (risos)
No dia em que matei a minha mãe, porque (risos) ela não tinha metido um bolinho e um leite na minha mochila – lembro-me como se fosse hoje – senti um descanso fora do comum. Ela sabia que eu comia, e como, um bolinho a meio da manhã, e que bebo o meu leitinho sem deixar pingar. E ela punha sempre um miminho na marmita – até àquele dia (risos). Ah, verdade! Nesse dia também matei o meu pai (sorrisos). Foi tão engraçada a forma como ele se debateu: é que eu estava a experimentar a nova faca eléctrica da minha mãe e ele mandou-me para a cama e eu não gostei (risos). À minha mãe pus-lhe uns ratinhos a roerem-lhe as orelhinhas. E o sangue espirrava (sorrisos). Depois – nunca mais me esqueço – ela disse que eu tinha a camisola toda suja e eu respondi: “Pois, eu sei, é sangue do papá e do senhor do gás, aquele que estava dentro do teu roupeiro.” (risos) O senhor do gás, que engraçado (risos) não ofereceu resistência nenhuma, e eu enfiei-lhe a bicha do gás da companhia no buraquinho do cocó. (risos) É claro que fiquei todo sujo, como devem calcular: mas como disse no início da entrevista… havia algo que me descansava, e só depois percebi o que era. Por que motivo estava eu preocupado com o sujar a roupa se é tão bom sujarmo-nos? (gargalhadas)
Skip: é bom sujar-se!
Só não percebo o homem do gás: nós tínhamos gás da companhia e ele ia lá de três em três dias para entregar uma bilha nova. (risos)
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Carta de suícidio de um masturbador.
Oh, vós que sois pela vida, decidi matar-me! Que me perdoe Deus, mas sou fraco aos olhos da Evolução. Este bilhete de suicídio é legítimo, diz-me o meu amigo imaginário.
Não julguem que me mato porque não gosto da vida, enganam-se. Mato-me porque nunca experimentei a morte e porque sou um incurável masturbador. Atenção, atentem neste pequeno facto: sou um masturbador. Nunca tinha encarado a masturbação desta forma... sou um criminoso. Admito que sinto prazer quando me masturbo, e que me suicido por isso mesmo, por sentir prazer. Que Darwin me perdoe. Sou fraco, mas tão fraco, tão fraco, que em vez de gemer quando atinjo o orgasmo, grito: Genocídio! Eu era pela vida, até saber que as meninas têm o período porque os coitadinhos dos óvulos não são fecundados. Ooooh, pobre de mim! À hora que lerem esta carta já eu estarei morto, porque, se já estivesse morto agora, não conseguiria escrever esta carta. Que Darwin me perdoe. Eu também votava não, quando me perguntavam umas coisas, mas quando me perguntavam outras, eu votava sim. Estão a ver como eu percebo da vida. Oooooh, pobre de mim! Agora... Eu não tenho culpa de ter o polegar oponível, e de às vezes me dar vontade de esgalhar uma, culpem a Natureza, eu sou só um pobre coitado. Lamentavelmente, moro num T1 ao pé da Recta dos Comandos da Amadora: a masturbação serve apenas para me libertar da pressão, desculpem-me. Eu nunca vou conseguir ter uma família, porque a minha mulher, por estranho que pareça, só vem cá se lhe telefonar e cobra-me dinheiro; sempre considerei a minha relação estranha. Com os meus colegas isto não sucede. Despeço-me, apelando à não masturbação, é bom, mas prejudica; se não acreditam, atentem nos pequenos e indefesos espermatozóides a cair e a bater com as cabecinhas nas quinas do vosso polyban, ou da vossa banheira. Ooooh, a crueldade! Assim, ponho fim a esta miséria em que vivo, e esgalho uma na despedida. Mesmo que sejam pela vida, não tentem reanimar os espermatozóides, porque eu sou tão mau, mas tão mau, que esgalho a minha última numa banheira cheia de lixívia. Ooooh, pobre de mim... Adeus.
Não julguem que me mato porque não gosto da vida, enganam-se. Mato-me porque nunca experimentei a morte e porque sou um incurável masturbador. Atenção, atentem neste pequeno facto: sou um masturbador. Nunca tinha encarado a masturbação desta forma... sou um criminoso. Admito que sinto prazer quando me masturbo, e que me suicido por isso mesmo, por sentir prazer. Que Darwin me perdoe. Sou fraco, mas tão fraco, tão fraco, que em vez de gemer quando atinjo o orgasmo, grito: Genocídio! Eu era pela vida, até saber que as meninas têm o período porque os coitadinhos dos óvulos não são fecundados. Ooooh, pobre de mim! À hora que lerem esta carta já eu estarei morto, porque, se já estivesse morto agora, não conseguiria escrever esta carta. Que Darwin me perdoe. Eu também votava não, quando me perguntavam umas coisas, mas quando me perguntavam outras, eu votava sim. Estão a ver como eu percebo da vida. Oooooh, pobre de mim! Agora... Eu não tenho culpa de ter o polegar oponível, e de às vezes me dar vontade de esgalhar uma, culpem a Natureza, eu sou só um pobre coitado. Lamentavelmente, moro num T1 ao pé da Recta dos Comandos da Amadora: a masturbação serve apenas para me libertar da pressão, desculpem-me. Eu nunca vou conseguir ter uma família, porque a minha mulher, por estranho que pareça, só vem cá se lhe telefonar e cobra-me dinheiro; sempre considerei a minha relação estranha. Com os meus colegas isto não sucede. Despeço-me, apelando à não masturbação, é bom, mas prejudica; se não acreditam, atentem nos pequenos e indefesos espermatozóides a cair e a bater com as cabecinhas nas quinas do vosso polyban, ou da vossa banheira. Ooooh, a crueldade! Assim, ponho fim a esta miséria em que vivo, e esgalho uma na despedida. Mesmo que sejam pela vida, não tentem reanimar os espermatozóides, porque eu sou tão mau, mas tão mau, que esgalho a minha última numa banheira cheia de lixívia. Ooooh, pobre de mim... Adeus.
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
Homenagem a Elsa Raposo - teste à popularidade 4/4
Se eu comesse a Elsa Raposo era o quê?
P.S. - Só se aceitam respostas com uma palavra.
P.S. - Só se aceitam respostas com uma palavra.
Homenagem a Elsa Raposo - apostas online 3/4
Estão abertas as inscrições para ocupar o último cm2 do corpo de Elsa Raposo. Lembramos apenas que o nome dos interessados não pode ter mais de quatro letras.
P.S. - Participem também nas apostas para o pai do futuro filho da Elsa Raposo, em bet and win ponto com.
P.S. - Participem também nas apostas para o pai do futuro filho da Elsa Raposo, em bet and win ponto com.
Homenagem a Elsa Raposo - chuva de pedras 2/4
Nunca digas "Quem já comeu a Elsa Raposo que atire a primeira pedra".
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
A sorte de ser americano
Geroge W. Bush não poderia entrar nos Estados Unidos da América não fosse o caso de ser, ele próprio, americano. Para quem já teve a infeliz necessidade de tirar um visto para se deslocar aos Estado Unidos reparou certamente em duas - entre muitas - perguntas em que Bush chumbaria. A primeira é se já participou, alguma vez, em actos terroristas. A segunda, se alguma vez tomou parte em actos de genocídio. Estão certamente a pensar que facilmente se mete uma cruzinha no não. Mas para isso é necessário ter um QI superior a 102...
sábado, 13 de janeiro de 2007
Post em que o autor adaptando um poema conhecido o corta e obtém assim uma piadinha fácil
Batem leve, levemente,
Como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
E a chuva não bate assim.
É talvez a ventania:
Mas há pouco, há poucochinho,
Nem uma agulha bulia
Na quieta melancolia
Dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
Com tão estranha leveza,
Que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
Nem é vento com certeza.
Fui ver...
…
- Djica da sêmana!
Nota: O original é de Augusto Gil a adaptação é da autoria dos que distribuem o magnífico pasquim.
Como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
E a chuva não bate assim.
É talvez a ventania:
Mas há pouco, há poucochinho,
Nem uma agulha bulia
Na quieta melancolia
Dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
Com tão estranha leveza,
Que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
Nem é vento com certeza.
Fui ver...
…
- Djica da sêmana!
Nota: O original é de Augusto Gil a adaptação é da autoria dos que distribuem o magnífico pasquim.
Veneno líquido
As pessoas que bebem Fanta de laranja também me metem um bocado de nojo...
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
Veneno
O André Sardet é mau. Fere os ouvidos às pessoas. O André Sardet não teve adolescência, nunca teve uma namorada a sério, nem uns pais que gostassem dele. Aliás, ninguém nunca gostou dele. O André Sardet mete pena. O André Sardet não é giro, não tem um bom corpo, não é bem parecido e nem sequer é simpático. O André Sardet é um graxista e um copinho de leite. O André Sardet não tem amigos. Não marca os que privam com ele. As músicas do André Sardet são uma neura pegada, lamechas e sem sentido nenhum. O André Sardet nunca viajou, não viveu nem sequer alguma vez deu um beijo na boca. O André Sardet cheira mal. O André Sardet fez um favor sexual à editora para que esta pagasse um balúrdio às rádios para o colocarem nos tops. O André Sardet estraga rádio, leitores de Mp3 e afins. A qualidade musical do André Sardet é nula. A Rádio Comercial mete nojo em apoiá-lo. Todas as rádios metem nojo em passá-lo. O André Sardet mete nojo. Quem gosta do André Sardet mete nojo. Pelo menos enquanto o ouve. Quem canta André Sardet no trânsito devia ter um acidente. O André Sardet não sabe cantar. O André Sardet chora a ver as telenovelas da TVI. O André Sardet chora a ver o Prós e Contras, o Manuel Luís Goucha e a meteorologia. O André Sardet não presta. O André Sardet é um terrorista cultural. A Rádio Comercial apoia todos os puns do André Sardet. A Rádio Comercial mete nojo (quando passa André Sardet). O André Sardet é nojento. A música dele também. A música do André Sardet tem bolor, só depois de podre se tornou um sucesso. Ou um sucesso fabricado. Ou não. Ou nada. Ou merda.
Humpf
Já há tanto tempo que não publicava nada que na página de entrada do Blogger tive que escolher 'old blogger' para poder postar......
sexta-feira, 1 de dezembro de 2006
domingo, 26 de novembro de 2006
sair do coma
Pior que a falta de tempo, é a falta de vontade. Mas pior que tudo isso é o regresso dos Delfins. A Ventoinha não tem dado a devida a importância a momentos históricos que aconteceram neste período de vazio. O José Castelo Branco está finalmente no circo, o Ricardo Araújo Pereira processou o Paulo Bento por plágio e a Elsa Raposo teve que fazer um implante no braço para novas tatuagens... Daqui para a frente prometo que vou tentar estar mais atento, nem que seja um post por ano! Obrigado aos masoquistas que continuaram a aparecer por aqui.
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